Amazon Fire phone

Alright… the world is falling apart with so many challenges, but at least now we have one more smartphone on earth. Thanks Amazon for following up. Best case people waste their phones to get yours. Which ultimately means waste.

Worst case your phone will be sitting. Which also means waste.

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My new book is live.

I’ve just released my new book, The Service Startup :: Design gets Lean.  The book is a practical guide that explores how startup entrepreneurs and business leaders, that hold no design degrees, can integrate Service Design into their fast-paced development cycles in order to create sustainable, desirable and profitable new services.

It is the result of my last years mentoring startups in integrating design into their fast-paced development cycles. Hope you like it.

The link to the book’s website is here. 

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Teaching this week at Parsons – Nyc

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This week im teaching at the Parsons’s Transdisciplinary Design MFA. The Mission? My students are engaged in a real project with the MSK Cancer Center, a world renown cancer hospital and research institution. Results are on the build, and looking good. Short time, low in resources, huge impact. That is Service Design =)

 

 

Defining service.

Background: I could not use my preferred seat upgrade as i did another upgrade to the business class.

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Maestro.

“And this year Apple will start making Macs in America again”.
Obama.

Obama leaves, but not without raising the bar on how to address a modern nation.

Branding under a Service Perspective

Yesterday i’ve connected the Branding under a Service Perspective at Eise – The School for Service Innovation. That was the third time that i’ve delivered this module and i’m so glad to be able to evolve the Branding bullshit discussions into a whole new level by integrating a service oriented mindset into the meaning of what is a Brand.

I’m so tired of the “Branding experts” that preaches the same stuffs over and over .  A mechanization of the mind, mental masturbation, corny marketing terms stating the obvious. These are all characteristics that you will find on the current Branding discussions.  What started as a good humanization of the marketing practice ended up not being much more than a bunch of business cases and a few, really a few, smart books about.

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Ontem conectei o módulo Branding na Perspectiva de Serviços na EISE pela 3a vez desde que fundei a escola.
Incrível a qualidade das conversas. Sinceramente, as discussões sobre Branding haviam me cansado já antes de eu fundar a Livework. Isso porque são geralmente product-oriented e superficiais, com os “especialistas” insistindo nos mesmos pontos, como evangélicos rasos que repetem as passagens da bíblia torcendo para o “próximo” interpretar como sinal de sabedoria.
Uma mecanização da mente, masturbação mental, uso de palavras rebuscadas e cafonas para retratar o óbvio. Na tentativa, infame, de se tornar uma “disciplina”, Branding se tornou um conjunto de livros que se repetem.

Mas desde que decidi criar esse módulo na Eise pude voltar a falar desses espaços de memória, assunto sobre o qual já palestrei tanto, só que sob uma nova perspectiva, renovada, não por especialistas, mas por uma sociedade que saiu do abrir caixas, para o consumo do invisível feito crível.
São noites como essas que me fazem chegar em casa entendendo perfeitamente o papel da Eise na confusão maluca da construção de um novo mundo. E o meu também. Onward.

Eise

* Na foto os Explorers utilizando o framework que criei em 2007, e até hoje não batizei. Você vai ler mais sobre ele, já com respectivo nome, no meu novo livro, lançamento provável Jan/2014.

— Portuguese only posts —

The posts bellow this line are older and are only available in portuguese. I will translate them in the future, meanwhile a good google translation session will for sure help you get their meanings.

Touch ID: Um pequeno passo para o homem, um passo enorme para o Design de Interação

Sim, eu estou me referindo ao atual lançamento do iPhone 5S, mas antes que você pense que eu estou forçando a barra vamos a um pouco de história.

Quando a Apple lançou o seu tablet, o iPad, as pessoas encheram os jornais de críticas sobre  escolha de “esticar o iphone e ainda tirar a capacidade de fazer ligações”. Revistas como a Fast Company escreveram matérias inteiras sobre como o fato de eles terem re-utilizado os materiais do iPhone , afirmando que isso era prova que a Apple estava diminuindo a sua pegada inovadora.

Bem, sabemos que o que aconteceu em seguida ao lançamento do iPad não seguiu essa previsão. Mais de 80% das visitas a websites realizadas via tablet hoje são feitas através do iPad. Mas a Apple não tem 80% do mercado de tablet. Isso significa uma única coisa: User Experience. Um termo que mora nos corredores da Apple e está na ponta da língua de todos os funcionários. Para as pessoas é mais confortável acessar a web através do iPad e isso é resultado de muita pesquisa e exercício de design na escolha dos componentes, sensibilidade das interações e etc. A realidade é que eu já andei testando outros tablets e nenhum deles entrega a fluidez de movimento em resposta a interação que o iPad entrega. Mesmo quando você testa com os primeiros modelos.

Esse tipo de atributo “movimentos fluidos e orgânicos”, não são considerados, assim logo de cara pela mídia, uma baita inovação. Mas a realidade é que no médio prazo o que parece invisível começa a reforçar valor dentro da mente dos usuários. São as pequenas coisas do dia a dia. A maneira como a sua mente aceita a interação com o aparelho e a maneira como ela rejeita interagir com outros que não apresentam o mesmo comportamento orgânico.

Isso para não dizer todo o uso que posteriormente foi atribuído ao iPad  graças as Apps criadas por desenvolvedores ao redor do mundo que capitalizaram em cima de uma tela maior para explorar possibilidades impossíveis de serem consideradas para o iPhone.

E agora o iPhone 5S vem, dentre outras coisas, com Touch ID. Um identificador de digital que permite que você desbloqueie o telefone com a sua digital.

E… “There’s one more thing”.

Eu vou pular aqui meu relato sobre a missão impossível da equipe do Jony Ive para criar o leitor de digital mais incrível que você já viu na sua vida. Um que lê o  dedo de lado (com a angulação correta como você segura o iPhone), lembrando que o mercado de biometria é enorme e a Apple não fazia parte dele até…. essa semana. E ai eles entraram, e não só criaram algo incrível para o iPhone, como  romperam paradigmas de um mercado novo. Se você duvida só tente se lembrar do lixo do leitor de digitais da sua academia ou do prédio de escritórios aonde voce trabalha, e imagina tentar validar seu dedo “de lado” com ele.

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Mas eu vou pular essa parte. Eu estou mais interessado na bola que eles rolaram, de novo, para os desenvolvedores de Apps. Só que , dessa vez, eles lançaram bem longe.

Um aparelho, conectado a internet, com geo-localizador e sensor de movimento que tem a capacidade de coletar a sua digital, cabe no seu bolso e também é um telefone. Foi isso que eles criaram. E isso muda o jogo. Todo.

Um pequeno passo para o homem, um passo enorme para o Design de Interação. 

O processo de identificação através de digitais é o validador mais utilizado em coisas sérias ao redor do mundo. Desde a liberação de vistos de entrada em países até o reconhecimento de crimes cometidos, passando pelo documento de identidade e por ai vai. Ter a capacidade de identificar uma digital em um aparelho 100% conectado a internet, que sabe aonde você está e cabe no seu bolso é,  ridiculamente absurdo… ou insanely great como diria Jobs.

Desde a última Terça-feira eu não consigo parar de pensar em possibilidades de desmaterialização de pontos de contato e de processos que, hoje, só existem para suportar a identificação de usuários. E isso é ridiculamente poderoso.

Ainda não imaginou uma derivação para a criação de novos serviços? Então eu vou dar o pontapé inicial.

1) Em aeroportos internacionais: Uma fila especial para quem tem aparelhos mobile com Touch ID para passagem pela imigração. Se você está pré-cadastrado no sistema, seu celular te pede a digital assim que você entra na saguão. Tcharam, você está liberado.

2)  Bancos: “Hey Siri, transfer 400 dollars to my wife’s account”.  “Ok. Please, Touch ID”.

3)  Investigação criminal: “Senhor se afasta do carro por favor, preciso que você coloque o seu dedo indicador aqui nesse circulo”.   “Ok. Você é procurado por assalto a mão armada e está preso”.  Esse match hoje é feito pelo número do documento de identidade, com a digital ele tem que ser feito na delegacia.

4) Abrindo qualquer coisa: A porta da sua casa poderá ser destravada e travada pela sua digital, estando você em qualquer lugar do mundo. Da mesma forma um baú, ou o cadeado da sua Bike !

E isso não é nada ainda.

A autenticação por anos na internet se manteve  baseada em login. E logins não são universais. Números de CPF também não. Digitais são.  O seu celular em breve terá a capacidade de te identificar e passar essa informação para um outro sistema autorizado na nuvem.

Se isso escalar e outros telefones implementarem,  abrimos a possibilidade de desmaterialização de todas as leituras bio métricas de digitais, além de conseguirmos seriamente saber que você é você, para coisas sérias. Sua ID está na nuvem.

Tudo isso depende, claro, da confiabilidade da tecnologia. Mas a Apple não é famosa por produtos não confiáveis. Então veremos o próximo passo.

Sedex… ou …dex.

É assim que o “Serviço de Encomenda Expressa” ou SEDEX,  não te serve, todos os dias. Deveria se chamar dex, porque o serviço passou bem longe de ser prestado.